Monday, September 24, 2007

Volta até ti, babe!!!


Não esmureças, mesmo que penses não ter motivo para isso.
Não desanimes, mesmo quando tiveres vontade de chorar.
Não quebres, mesmo quando a tua vontade é partir.

Não cedas quando as tuas hastes estão prontas a quebrar
Ninguém tem um fardo superior, ao que pode aguentar.

E quando assim é, pode sempre dele abdicar.
Podemos sempre dar lugar a um outro que seja capaz de ser melhor nessa grande arte de fazer.

Sempre que não queiras, simplesmente delega funções.
Não faças nada de que não tenhas vontade, de e para o fazer.
Há sempre pessoas que podem (porque querem) aguentar aquilo a que não estamos predispostos.

Não é obrogatório ter amarras, mas sim é uma escolha nossa, deixa-las ir embora ou não.

Eu escolho libertar-me das amarras.
Escolho, porque sou livre de pensamento, para o fazer.
Escolho porque tenho um livre de trânsito que o permite.
O livre arbitrio.
De escolher como, quando e porque quero que a minha vida leve este ou aquele rumo.

Não suportamos mais do que podemos.
Suportamos aquilo que somos capazes.
Quando a carga é demasiado alta.
Simplesmente livramo-nos do extenso fardo que as nossas costas acumulam, há anos ou até seculos na arte de viver. E aí dispersamo-nos do fardo em multitarefas, ou simplesmente partilhamos o fardo com outros, para se tornar mais leve.
Ou delegamo-lo por completo.

Ninguém suporta mais do que pode.
Apenas o que consegue.
Apenas o que quer.
Apenas o que exige de si próprio.
Apenas o que suporta como desafio.
A vida é por si só um grande desafio.

Quando não suportamos mais, devemos largar o cordão umbilical.
As amarras.
Tudo o que nos prenda.
Já agora como a esplendorosa música de Ben Harper e Vanessa da Mata (GOOD LUCK).

Portanto, não te queixes na adversidade, porque só suportas o que conseguires e o que entenderes, e pára já com penas de ti própria a reclamar as causas do anmor.
Pára já com isso,
e vai,
escolhe o melhor para ti.
Livremente.
Como um ser livre e desprendido de tudo o que te incomóda.

Olha a luz branca que te preenche o espirito na sua verdade.
E escolhe apenas pensar no branco e no azul celeste.
Limpa-te Purifica-te e vai em frente.
No melhor, que escolheres para ti.
Mas antes de escolheres pensa apenas, se mereçe a pena correr o risco ou não de suportares o que suportas na actualidade.
E se queres isso para ti, num futuro próximo ou longínquo.

3 comments:

rakkicesdarakette - take II said...

Dedico este tema a todas as mulheres e muito amigas que se sentem presas, a obrigações rotineiras. A prisões emocionais que insistem em não largar pé, e a barquinhos que insistem em não ir embora. Que ficam ancorados nos alpendres dos portos de abrigo das nossas memórias e dos nossos corações.

Queridas amigas lindas e maravilhosas como sempre.
Libertem-se.!

Isto é mais que nunca para mim, que ando meia perdida na arte de viver uma espectativa que não existe. Fardo muito extenso.

Vamos ver...
Estou em crer...que ainda sou livre para decidir se quero ou não aguentar o fardo a que me predisponho.
Será que quero este fardo para mim?
Hum?
Vamos lá todas juntas fazer esta meditação, e chegar ás nossas conclusões sem influência de terceiros.
Pensar de dentro para fora, connosco próprias.

Beijinho Silvia, Beijinho Patricia, Sandra, Rita e tantas outras Marias.
ihihih.

Pi said...

OBRIGADA docinho.....
sabes bem!

Tartaruguinha said...

Tão certo, tão lindo, tão verdade!Obrigada amiga. Eu não troco o meu fardo, haverá maiores que o meu. Enquanto houver amigos e amigas que estejam connosco nunca estaremos sós e sempre suportaremos o que for preciso. Eventualmente soltar amarras. Fazer o despreendimento. VOu meditar sim. Obrigada minha flor, de lótus também!Beijinho e o meu bem-haja :)